Os segredos das avós são preciosos

Não há nada como as receitas das nossas avós e os inestimáveis velhos truques de cozinha que merecem ser aprendidos por crianças e pais para serem transmitidos de geração em geração.

Na casa das avós a carne é mais tenra, o arroz é mais solto e as omeletes são mais fofas. A verdade é que as nossas ascendentes têm uma forma muito especial de fazer as coisas que deixam as crianças e pais de boca aberta. Velhos truques que só as avós sabem – como fazem questão de anunciar – e que são o resultado de anos a cozinhar para a família enquanto se livram de odores menos agradáveis das mãos com grãos de café e curam gripes com chá de mel e limão. No fundo, estes são segredos inestimáveis que unem parentes e, se não forem transmitidos de geração em geração, ficarão perdidos no tempo.

Muito mais do que combinar sabores e ingredientes, a cozinha é uma habilidade repleta de truques e os detalhes fazem toda a diferença no prato final. Sabia que, para fazer chantilly com uma consistência firme, deve juntar umas gotas de limão enquanto bate as natas com o açúcar? Caso tenha um bolo no forno em que a parte central esteja crua, mas por fora começa a ficar queimada, tape-o com papel de alumínio. Existem dicas muito úteis, herdadas das nossas avós, que vão resolver alguns problemas na cozinha. Por exemplo, se salgou demasiado a comida, basta juntar uma batata cortada às rodelas para absorver o sal. Ah e, para garantir um arroz solto, refogue os grãos antes de juntar a água. Para uma omelete com a massa mais alta e macia, bata as gemas e as claras em separado. Só depois é que as deve misturar.

No entanto, no meio de saladas vendidas em embalagens e feijão em lata que não tem de ser demolhado de um dia para o outro, esquecemo-nos da importância de preservar truques para confecionar uma boa refeição. O sabor dos cozinhados das avós pode ser único mas a verdade é que, com prática e dedicação, todos podem aprender as técnicas preciosas da “vó”.

Quem diria que, para fazer um molho com mais sabor, devemos aproveitar a água de cozer as batatas? Para o polvo não ficar duro, deve ser batido com um rolo de cozinha e depois mergulhado três vezes em água a ferver. Só depois é que se coze durante uma hora. Palavra de avó que sabe reconhecer que peixe fresco tem olhos claros, escamas brilhantes e deve ser rijo. O ditado é velho: a experiência é a mãe da sabedoria.

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